Instalação de Chuveiro Elétrico em São Paulo
Trocar um chuveiro elétrico parece simples, mas é um dos serviços em que pular a etapa de avaliação custa mais caro depois. Chuveiros mais potentes puxam bem mais carga do que os modelos antigos, e o ponto que atendia o chuveiro anterior nem sempre aguenta a potência do novo sem ajuste.
Antes da instalação, vale confirmar três coisas: se o disjuntor daquele circuito é compatível com a potência do chuveiro novo, se a fiação até o ponto tem bitola adequada, e se o quadro tem espaço e capacidade para essa carga — principalmente em trocas de chuveiro comum para um modelo de maior potência.
Erros comuns nessa troca
Instalar um chuveiro mais potente no mesmo disjuntor do modelo antigo é o erro mais frequente — o disjuntor pode não desarmar na hora, mas o desgaste da fiação acontece aos poucos, sem aviso. Outro ponto é ignorar o aterramento: chuveiro é um dos equipamentos elétricos que mais expõe ao risco de choque quando esse detalhe fica de lado, já que é usado com água e em contato direto com o corpo.
Chuveiro que desarma o disjuntor
Quando o disjuntor cai assim que o chuveiro liga na posição de inverno, geralmente é sinal de que o circuito não tem capacidade para a potência máxima do aparelho, ou de que há um problema de isolamento na fiação ou na resistência do próprio chuveiro. Insistir em religar sem diagnosticar a causa é um dos hábitos mais arriscados nesse tipo de situação. Esse tipo de falha também costuma ficar mais frequente no inverno, quando o chuveiro trabalha na potência máxima por mais tempo — detalhamos o motivo em por que o chuveiro elétrico queima mais no frio.
Quando o problema é maior que o chuveiro
Em imóveis mais antigos, a troca de chuveiro às vezes revela que o quadro elétrico já está no limite de capacidade para os aparelhos atuais da casa — nesse caso, resolver só o ponto do chuveiro não elimina o risco de sobrecarga em outros circuitos.
Processo de instalação, passo a passo
- Diagnóstico do ponto — verificação da potência do chuveiro novo contra a capacidade do disjuntor e da fiação existente.
- Desligamento do circuito — corte de energia antes de qualquer manuseio no ponto, nunca com a chave ainda ligada.
- Remoção do chuveiro antigo — e inspeção da fiação exposta, buscando sinais de isolamento ressecado ou conexão queimada.
- Ajuste ou troca do disjuntor — quando a potência do novo chuveiro exige, o que é comum em trocas de modelo comum para um de maior potência.
- Instalação e fixação do chuveiro novo — com verificação de aterramento no ponto.
- Teste de funcionamento — nas diferentes posições (verão/inverno), verificando aquecimento e ausência de fuga de corrente.
Quanto tempo leva
Uma troca simples — mesmo ponto, potência equivalente ao chuveiro anterior — costuma ser resolvida em menos de uma hora. Quando é preciso ajustar o disjuntor ou revisar a fiação por conta de um chuveiro mais potente, o serviço leva um pouco mais de tempo, mas evita o risco de o novo chuveiro desarmar o disjuntor ou danificar a fiação aos poucos.
O que está incluso
Diagnóstico da compatibilidade do ponto, verificação do disjuntor e do aterramento, instalação do chuveiro e teste de funcionamento nas diferentes posições de temperatura. O chuveiro elétrico em si é fornecido pelo cliente, salvo combinação diferente no orçamento.
Diferencial da SOS Eletricista nessa instalação
Antes de simplesmente conectar o chuveiro novo no ponto existente, a SOS Eletricista confirma se o circuito aguenta a potência do aparelho — é esse passo que evita o problema mais comum nesse tipo de serviço: o chuveiro novo desarmando o disjuntor ou degradando a fiação aos poucos sem aviso.